domingo, 6 de setembro de 2009

Um pouco de política

Acabo de ler um post engraçadíssimo do blog Ao mirante, Nelson! que vou reproduzir abaixo.
Isso me fez lembrar que não sei nada de política canadense... O pessoal aqui não é tão explícito quanto nos EUA. A única coisa que sei é que a senhora de quem alugo um quarto gosta muito de política. Mas como o jornal e o rádio que ela lê/ouve todos os dias noticiam em francês, não faço a mínima idéia da posição política dela. E seguindo o exemplo de todo brasileiro alienado, não perguntei.

Lula se confunde e corrige: “Epa, eu quis dizer que a crise é culpa de gente azul com olhos brancos!”


Dr. Manhattan, revoltado: “Ah, tá. Então
eu sou o responsável pela crise mundial,
pelo fracasso do filme nas bilheterias e
pela queda do Cachoeirinha de Itibiriçá
para a série C!”

O presidente, analista econômico e estudioso racial Luis Inácio Lula da Silva foi taxativo ao atribuir a culpa da crise mundial ao dr. Manhattan, personagem do gibi Watchmen. “Por que só ele permanece azulão enquanto os americanos médios estão todos no vermelho? É claro que é um super-especulador. Aliás, por que você acha que ele vive com o pinto de fora? É porque não tem tempo de se vestir, já que passa o tempo inteiro enrabando os investidores!” Não satisfeito, Lula ainda atacou os colegas de grupo do super-herói. “Não vou com a cara do tal Comediante porque não gosto de concorrência. E também detesto o Wolverine, que quando apresentou o Oscar só contou piada em inglês. Não entendi nada”. Alertado pelo ministro das relações exteriores Celso Amorim de que Wolverine é dos X-Men e não dos Watchmen, Lula redarguiu: “Ah, na primeira crise ele já pula pra outro grupo? Depois falam do partidarismo político brasileiro”. A DC Comics, que publicou Watchmen, limitou-se a emitir uma nota irônica, afirmando poder arranjar uma vaga para o presidente no grupo de super-heróis, já que ele possui um atributo que transcende os dos humanos normais: a língua comprida. Lula ainda está esperando Celso Amorim traduzir.

Fonte: http://www.interney.net/blogs/aomirante/2009/03/28/lula_se_confunde_e_corrige_epa_eu_quis_d/

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Twix: revelação!

Ontem fui na Dollarama para comprar Kit Kat - chocolate fundamental para minha sobrevivência e que (aaaaaaaaaaaaaaaargh) não existe mais no Brasil faz tempo.
Daí vi o Twix, e como estava o mesmo preço (70 cents) resolvi comprar. Peguei só um, afinal, a idéia era só experimentar.
Caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaca!!!... É bom demais!!!!!
Entrou na lista de compras vitais, assim como Kit Kat, bagels, cream cheese e arroz.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Cabelo e cútis



Uma das coisas maravilhosas de morar fora do Brasil (já havia notado isso em Olympia no ano passado) é que o cabelo e a pele ficam fantásticos! Não sei se é uma questão de clima, mas meu cabelo está um espetáculo e a pele também. E olha que ainda nem comecei a usar Clinique, Vichy ou Alberto (essa meu pai vai amar hehehehehe).
Creio que ficarei insuportável de deslumbrante quando começar a usar estes produtos tops de linha, que aqui são basicões .


domingo, 30 de agosto de 2009

Pós-docs do MNI

Mais de 90% dos pós-docs com os quais já tive contato aqui são do Jean Gotman e do François Dubeau. O Dr Gotman me pareceu reservado, e o Dr Dubeau ultra simpático. Não tenho fotos deles, infelizmente.
Abaixo, almoço ao sol com o pessoal e outras fotos do meu office e da McGill.

Metro de Montreal

É velho, feio, com grafites nada artísticos em algumas estações, mas parece que funciona. O motorista pisa fundo. 2 dólares o trecho no Opus card ou 2.75 o trecho em bilhete avulso. Dependendo do horário, tem metro a cada 5 minutos; no máximo a cada 10 minutos.
Peguei ontem o metro na Sherbrook Station (orange line) e fui até a Namur Station. Mais ou menos 25 minutos.
O boulevard Jean Taulon em Namur tem muitas opções de compras (outlets), lanches a bons preços (Burguer King, Wendys...) e um Wal-Mart, que para minha surpresa não tinha preços tão bons quanto nos States ou no Brasil, e com corredores estreitos e lotados. Um caos. E nunca vi tanta gente da Índia e da África num lugar só.
Que saudades de Olympia, WA...